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A morte do amor ...
"É a pior morte, a do amor. Porque a morte de uma pessoa é o fim estabilizado, é o retorno para o nada, uma definição que ninguém questiona. A morte de um amor, ao contrário, é viva. O rompimento mantém todos respirando: eu, você, a dor, a saudade, a mágoa, o desprezo - tudo segue. E ao mesmo tempo não existe mais o que existia antes. É uma morte experimental: um ensaio para você saber o que significa a morte ainda estando vivo, já que quando morrermos de fato, não saberemos."
- Martha Medeiros.
Boa tarde! ;*
"Se a gente soubesse o quanto o carinho salva, a atenção alimenta e a união fortalece não estaríamos perdendo uns aos outros todos os dias."
(...) meu jeito avesso de interpretar a vida!
"Ás vezes é preciso ignorar a vida que temos, coisas que perdemos, amores que não vivemos, palavras que não dizemos, declarações que não fazemos, frases que escrevemos, coisas que o tempo decompõe silenciosamente em gavetas e armários. Tenho medo que daqui a alguns anos eu perca parte de mim. Coisinhas miúdas que tanto luto para preservar, mudo constantemente, quase sempre não sei compreender as coisas que me compõe. Sou feita de detalhes bobos que arrisco cometer. Embora eu não seja como os outros, não posso evitar que os outros me rotulem como um sujeito normal. Graças ao que me torno a cada novo instante constante, minha loucura permanecerá sempre intacta, ninguém pode tirar isso de mim. Esse meu jeito avesso de interpretar a vida!!"
Sempre quis...
"Sempre quis alguém que me ouvisse. Não as bobagens que falo de vez em sempre, mas o que minha alma não sabe dizer. Que fizesse esforço para captar tudo que não sai da minha boca..."
- Clarissa Corrêa.
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